segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Estamos indo de volta pra casa...

Olá, gente!


No fim fiquei devendo um post sobre o Porto, a cidade onde morei durante esses 2 meses e meio e também sobre Londres onde passei 10 dias maravilhosos e voltei totalmente apaixonada pela cidade. Mas eles virão, um dia desses, assim que sobrar um tempinho pra organizar as fotos, as histórias e as informações.

Mas hoje vim falar de um dos momentos mais importantes e marcantes quando se fala em intercâmbio: a despedida e a volta pra casa.
Sim, hoje é dia 28 de fevereiro, meu último dia em terras portuguesas. Aproveitei pra dar uma última passeada na Ribeira, tomar um vinho do Porto e comprar os últimos suvenirs. Amanhã cedinho já pego o vôo de volta para a pátria amada Brasil.

Confesso que algumas vezes me peguei pensando no que escreveria e sentiria quando esse dia chegasse. E agora é difícil de traduzir. É uma mistura de sentimentos, de sensações e de anseios que eu nem sei como expressar.

Tô feliz e triste ao mesmo tempo. Estranho, né? Feliz porque sei que vou ver minha família já me esperando no aeroporto, porque vou rever todos meus amigos, voltar pra minha rotina santamariense e pra cada coisinha pequena que eu aprendi a valorizar estando fora. Porém, triste pois vou estar deixando pessoas queridas aqui e junto com elas lembranças e lugares que me encantaram.

"One’s destination is never a place, but a new way of seeing things.”



Jamais poderia deixar de agradecer a duas pessoas tão importantes na minha vida: pai e mãe. Obrigada por todo o apoio, por todo suporte e todo o amor que sempre me deram. Sou o que sou hoje graças à vocês. 
Foram algumas horas de skype e o coração apertado de tanta saudade durante esses dias... Mas agora são só mais umas horinhas! Não vejo a hora de ver vocês e sair correndo pra dar aquele abraço apertado e matar toda a saudade. (Isso vale pra ti também, Guizitxo!)
Sem vocês nada disso seria possível! AMO VOCÊS :)
E à todas as outras pessoas que me apoiaram e, de alguma forma, estiveram do meu lado durante esses dias: muito obrigada mesmo!

Especialmente.. Fer, Nathi e Mari: vocês foram as melhores companheiras de quarto que eu poderia ter! De coração, uma das coisas mais valiosas que eu levo disso tudo é a AMIZADE e a CUMPLICIDADE que criamos juntas. Vai ser estranho não ter mais vocês do meu lado. O quarto 513 e todas as risadas, conversas, bagunças, viagens e tudo mais ficarão pra sempre!
Espero que esse seja só o começo da nossa história juntas! Que venha uma visita à Maringá, ao famoso TUSCA em São Carlos, o mochilão na América Latina e tudo que o futuro nos reserva! 

E se for pra falar de algo bom, eu sempre vou lembrar de vocês. 
Além disso, os 2 meses de trabalho voluntário na ONG foram incríveis! Às vezes foi difícil levantar às 8 da manhã, pegar 2 ônibus na chuva e ainda caminhar pra chegar lá... Mas certamente tudo foi recompensado pelas crianças queridas, carinhosas e cativantes com quem trabalhei! (e alguns pestinhas, é claro!). Aprendi com eles a ser mais calma, mais paciente e acredito que deixei um pouco do Brasil e de mim com eles também.


Cartaz para as crianças na despedida da ONG. :)

Tem um textinho que achei na internet antes mesmo de viajar - naquelas madrugadas mal dormidas e cheias de expectativas, lembram? -  e que agora faz todo sentido pra mim. Aí vai ele:

"Viajamos para fugir de tudo. E para ter saudade de casa. Viajamos para descansar. E para voltar mais cansados do que fomos. Viajamos para nos livrar das obrigações de todo dia. E para ter a obrigação de visitar dois museus e três monumentos todo dia. Viajamos para experimentar coisas diferentes, e para ter dor de barriga. Para comprar o que não precisamos e pagar com o que não temos. Para entrar em igreja e andar de metrô. Para não entender os outdoors, para desobedecer alto-falantes e para nos equivocar com cardápios. Para gentilmente pedir a desconhecidos que tirem fotos que depois vamos obrigar os conhecidos a ver. Para investigar se os McDonald’s que lá gorjeiam não gorjeiam como cá. Para fazer extensos tratados sociológicos sobre povos estranhos já no primeiro dia de estada. Para na volta ter quilos de histórias para contar e toneladas de quilos para perder."



Uma certeza que eu levo: tudo valeu MUITO a pena. Se fosse agora, eu faria tudo de novo, de novo e de novo.
E se alguém me perguntasse se deve ou não fazer um intercâmbio eu diria: que tu tá esperando!? VAI, se joga pro mundo que tu não vai se arrepender!
É uma das experiências mais intensas e enriquecedoras que eu já vivi.



"Certainly, travel is more than the seeing of sights.
It is a change that goes on, deep and permanent, in the ideas of living"


E, sem dúvida, a Julia que pegou um avião atrasada e ansiosa dia 18 de dezembro de 2010 e a Julia que volta pra casa no dia 1º de março de 2011 são diferentes. Volta alguém mais madura que traz na mala muitos aprendizados, experiências diferentes, auto-conhecimento  e - principalmente - com novos sonhos e ambições. Que quer mais e mais de si, mais da vida, mais do mundo.



Beijo pra todos que acompanharam alguns dos capítulos das minhas aventuras durante esses mais de 70 dias na Europa. E, cá entre nós: que esse seja o primeiro capítulo de muitos que ainda estão por vir. Juliaround não pára por aí!



"Closing time, time for you to go out
To the places you will be from (...)

Closing time, every new beginning
Comes from some other beginning’s end"

That's all, folks!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Barcelona, bueníssima!!!

Ola chicos! Como están?


Fomos para a Barcelona todos os 8 brasileiros que estão aqui pela AIESEC. Foi nossa última viagem juntos então precisávamos aproveitá-la como tal.

Chegamos na sexta-feira de manhã em Barcelona, e após aquele momento inicial de tickets de metrô, localização do hostel e check-in, já comprovamos com a maior felicidade: a previsão do tempo estava certa. Muito sol e calorzinho nos esperavam no final de semana. :)

Depois de almoçar e recarregar as energias já fomos para um dos principais pontos turísticos da cidade: a Igreja Sagrada Família de Gaudí. (Sim, todos viram ela no Globo Reporter na sexta-feira, não é? hehe)
A Sagrada Família é muito diferente das igrejas que eu já tinha visto até então aqui na Europa. E olha que não foram poucas não! 

Sagrada Família de Gaudí.
Ela foi desenha por Gaudí e ainda está em construção. Pra entrar foram 15 euros (sim, um roubo! dizem que é pra arrecadar fundos para terminá-la) e não se sabe ao certo a previsão pra ficar pronta.  Lá dentro subimos nas torres e tivemos uma vista linda da cidade.

Dentro da Igreja.
Vista da cidade de uma das torres da Igreja.
Da Sagrada Família seguimos para outros pontos turísticos que, como tudo em Barcelona, são de Gaudí. Na cidade tem muita coisa em construção, então acabávamos remetendo tudo ao tal Gaudí. Vimos a pedreira e a casa de Gaudí e seguimos para a Plaza Catalunya e o Bairro Gótico.


Casa de Gaudí.
Pedreira de Gaudí.
Plaza Catalunya, muitas pombas!
Para terminar o dia passamos num mercado e já fizemos as compras para o nosso esquenta para a noite. Afinal, era sexta-feira e não poderíamos estar em Barcelona e não ir numa balada, não é? No hostel encontramos mais um pessoal - brasileiros, só pra variar - e fomos na festa que o hostel leva mesmo. Não tenho fotos da balada, então fica pra cada um imaginar o que foi a "fiesta loca" em Barça.


No sábado, nada de ficar dormindo com um sol maravilhoso e diversos lugares lindos para conhecer, fomos é caminhar pela cidade e sentir o clima que só Barça tem. Passamos pelo Arco do Triunfo de Barcelona, por uma praça e o Parc de Ciutadella e seguimos em direção ao Cais.


Meninas em frente ao Arco do Triunfo.

Ciutadella, fonte linda!

Cais de Barcelona.
No meio da tarde resolvemos trocar os planos que seriam de ir para a praia e pegar o metrô para o estádio do Barça. Isso porque estavámos com medo do horário para fazer o tour dentro do estádio, o que no final das contas acabamos por não fazer. (mas por um ótimo motivo!). Lá na entrada do Camp Nou encontramos uns brasileiros do hostel, aqueles que foram para a balada com a gente, e eles estavam com ingressos comprados para o jogo que teria no sábado a noite e colocaram uma pilha para a gente ir também.
E quem me conhece sabe que eu nem gosto de futebol e assistir os jogos, então na hora já liguei pra casa e falei com o Seu Leonardo que aceitou a idéia. E a partir daí foi só alegrias...
Loja do Barça.
Ingressos comprados, só alegria!
Depois desse momento, eu e a Fer não queríamos deixar de ver a famosa praia de Barceloneta. Então, saímos de uma ponta a outra da cidade, trocamos 3 vezes de metrô, mas chegamos a praia com sol ainda. No caminho pegamos um meio de transporte alternativo super bom e seguimos até Barceloneta.


A brisa e a vibe que pegamos lá foram fantásticas, sem comparações. Passamos pouco tempo na praia mesmo porque tínhamos que voltar cedo e nos preparar pro jogo, mas valeu totalmente a pena! Deu até pra matar um pouco da saudade do calor, do sol e da praia do Brasil...
Nosso meio de transporte até Barceloneta.
"I'm in Barcelona beach!!!"
Praia de Barceloneta.

Perto das 8 da noite já saímos rumo ao Camp Nou. E parece que todo mundo estava indo na mesma direção. Metrô lotado. Chegando lá já tiramos umas fotos e subimos até os nossos lugares. 

E o estádio é fora de sério. É gigante, tem capacidade de 100 mil lugares e é dito como um estádio 5 estrelas pela UEFA. Claro que o imortal tricolor estava bem representado. Bandeira do Grêmio em homenagem ao paizão e do Brasil com orgulho à pátria amada. E a felicidade da criança era algo, não tem nem como descrever!
Panorâmica do Estádio.
Imortal Tricolor no Estádio do Barça, DALE!
E a felicidade da criança...
As mulheres também gostam de futebol!

O jogo era pelo campeonato espanhol, Barcelona x Atlético de Madrid. E foi fantástico!  Terminou 3 x 0 pro Barça e uma loucura da torcida!

Mesmo nos lugares mais baratos a vista era show de bola. Pudemos ver 3 golaços do Messi e ver que os caras até reverenciam o cara após cada lance, também, joga muito mesmo! E além disso caras como Forlan (eleito o melhor da copa do mundo de 2010), Iniesta, David Villa e o brasileiro Daniel Alves jogando. 

É claro que é diferente do Brasil. Eles ficam sentados o tempo todo e aplaudem os bons lances. Alguns até gritam e cantam, xingam o juiz (é muito engraçado ouvir!) mas é uma emoção a cada gol.. os caras são apaixonados mesmo pelo clube!


Fiz vários vídeos do jogo e a Mari conseguiu filmar 2 gols. O estádio estava praticamente lotado, 84mil pessoas. Aprendi até uma das musiquinhas: "Olelê Olalá ser del Barça és lo mejor que hay!" 
Eu imagino como deve ser um Barça x Real Madrid e uma das maiores rivalidades do mundo. Só digo uma coisa: BARÇA, BARÇA, BARÇA!!!

No domingo já acordamos e fomos direto pro aeroporto, nosso vôo sairia de manhã mesmo. A viagem foi curtinha mas aproveitamos cada minuto. Uma coisa é certa: eu moraria tranqüilamente numa cidade como Barça, porque Barça és increíbleee!!! 

Mais uma vez, obrigada a galera que tava junto em mais uma eurotrip! Fer, Mari, Nathi, André, Tudi, Pri e Flávia: vocês são fodas! (assim como mi español, hehehe). Já está chegando perto da hora das despedidas e de cada um seguir o seu rumo, mas são viagens como essa que marcam nossas vidas. E com certeza espero que seja muito mais um até logo e que a gente se encontre muito ainda Brasil a fora.


Mais fotos dessas aventuras: www.facebook.com/juschoffen


E agora, já de FÉRIAS oficiais (acabou meu trabalho no Porto essa semana) na segunda-feira saio rumo a minha última e maior viagem pela Europa: LONDON is calling... can't wait!!!


E, quer saber mais de como foi o meu dia-a-dia na Cidade do Porto? Meu trabalho na ONG e tudo mais? Espere e verá, nos próximos capítulos dessa história. :)

Beijos, juliaroundtheworld.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Paris, Je T'aime!

Bonjour!


Mais uma vez, anda sobrando viagens e histórias pra contar e faltando tempo livre para atualizar o blog, mas vamos lá...
Cá estou eu para contar mais uma das minhas andanças pela Europa. Dessa vez estou chique, vim falar de Parrííí, a tão famosa Cidade Luz. Aquela que todo mundo já ouviu falar e é uma das cidades mais visitadas no mundo inteiro.

Chegamos em Paris na sexta-feira, dia 28, no início da tarde.
Desde que saímos do aeroporto sentimos que a previsão do tempo realmente era verdadeira: congelaríamos muito no final de semana com temperaturas abaixo de zero!
Como em todas as outras viagens, no início perdemos um tempinho em passes de metrô, chegada até o hostel e check-in.
Então, para não perder mais tempo, no final da tarde decidimos fazer um walking tour, que, como o próprio nome já diz, é um tour que se faz de a pé com um guia por alguns pontos turísticos da cidade.


Nós escolhemos fazer pelo bairro de Montmartre, que é o bairro boêmio de Paris, conhecido pelos cabarets, pelos artistas que por lá passaram e pela sua vida noturna agitada.
Lá se encontra o Moulin Rouge, o cabaret tradicional do bairro, construído em 1889 e até hoje ainda são feitos shows e espetáculos lá. Sem dúvida, é um dos símbolo da noite parisiense. 

Hall de Entrada do Moulin Rouge.
Basílica de Sacré Coeur ao fundo.
No ponto mais alto do bairro de Montmartre situa-se a Basílica de Sacré Cœur.  A basílica é um templo da Igreja Católica Romana em Paris e a vista lá de cima é maravilhosa. Vale a pena visitar!
Eu gostei bastante do Walking Tour, foi a primeira vez em que fiz um. Foi bom porque assim dá pra aprender mais sobre a história e as curiosidades dos lugares. Além desses pontos principais passamos por outros como a casa de Van Gogh, o bar onde foi gravado o filme de Amelie Poulain, outros cabarets e por aí vai...


No sábado, fizemos um roteiro junto com alguns amigos da Nathi que já conheciam Paris e sabiam falar francês, o que facilitou muito a nossa vida. Primeiro fomos ao Museu D'Orsay, onde estão obras de Van Gogh, Monet, Gauguin e outros. Infelizmente lá dentro não é permitido tirar fotos. 
O engraçado é que eu nunca tinha ouvido falar nesse museu, pra mim era o Louvre e só. E chegando lá vi que é bem interessante mesmo.
De lá conseguimos fazer a pé vários outros pontos turísticos da cidade. E nem precisamos nos preocupar com mapas porque tínhamos praticamente uma guia junto conosco. Conhecemos o Les Invalides (onde está a tumba de Napoleão), o Petit Palais, o Gran Palais, a Assembléia Nacional, a Praça da Concórdia, o Obelisco, a Catedral de Notre Dame, o Hotel de Ville (vulga prefeitura).
E caminhamos a beira do Rio Sena e comemos um baguete, tradicional da França, na Rue de Rivoli.

 Ponte Alexandre III, a mais bonita que atravessa o Sena.
Praça da Concórdia
Hotel de Ville. Em cima o lema: Liberdade, igualdade e fraternidade.

Catedral de Notre Dame. Linda!

Parece ser tanta coisa, mas é pouco perto do que se pode ver em Paris. O nosso dia rendeu pois conseguimos conhecer todos esses lugares e caminhar pelas ruas da cidade.
Ainda no final da tarde fomos caminhar pela famosa Avenue des Champs-Élysées que é conhecida pelos franceses como "La plus belle avenue du monde", onde se encontram vários cafés, restaurantes e lojas caríssimas. Pra se ter uma idéia, dizem que os aluguéis lá chegam a base de 1 milhão de euros! Basicão, né?
Então, aproveitei pra dar uma olhadinha num presente pra mamis e pro papis, na Louis Vuitton e na Mercedez, respectivamente. (brincadeirinha pai, não se preocupa! ;)

"Pequena" lojinha da Louis Vuitton.
Dando uma olhadinha no meu carro novo. 

No final da avenida eis que aparece o Arco do Triunfo. E junto com ele alguns floquinhos de neve, de tão frio que estava.
E, adivinhem! Uma das minhas maiores surpresas e alegrias durante a viagem... Normal seria encontrar alguém com bandeira do Brasil, afinal o que mais se encontram são brasileiros por aqui, mas com a bandeira do Grêmio?! Nossa, nem consegui acreditar! Uma gaúcha super gente fina lá, do lado da gente com a bandeira. Óbvio que aproveite pra registrar o momento: da-lhe imortal tricolor em frente ao Arco do Triunfo!!!
Eiffel Tower at night!

E o dia não acabou por aí, pra encerrar bem a noite fomos para a Torre Eiffel. E, além da parte da bandeira do timão, esse foi um daqueles momentos mais emocionantes da viagem. 
Estávamos andando para perto da Torre quando alguém diz: "gente, olhem agora!", e a Torre tava brilhando... linda, linda, linda!!! Na emoção do momento tentamos gravar vídeos e acabei sem uma foto boa. Segue abaixo um dos vídeos que a Mari gravou. Super diver! Valeu pra registrar o momento! ;)




Domingo acordamos, tomamos um café caprichado no hostel e partimos rumo à Versalhes. A viagem de trem foi tranquila, durou cerca de 40 minutos e lá estávamos eu, a Fer e a Mari na fila dos ingressos do Castelo de Versalhes. Essa foi uma das várias horas em que eu gostaria de ser estudante da UE e entrar de graça no castelo, mas enfim, a visita (com direito a áudio-guia em português) valeu cada centavo investido!

A entrada do Castelo.
Château de Versailles é considerado um dos maiores castelos do mundo e é um dos pontos turísticos mais visitados na França. Pra quem quiser saber mais: wikipedia
Nosso passeio foi maravilhoso, pegamos nosso único dia de sol durante a viagem. Uma pena foi que os famosos Jardins de Versalhes estavam judiados pelo inverno e pelo frio.




Vista do castelo, no início dos jardins.

Galeria dos Espelhos onde foi assinado o Tratado de Versalhes.
Quarto da Rainha Maria Antonieta.
Saimos de Versalhes e fomos direto para a Torre Eiffel. Subimos até o 2º andar (isso porque o terceiro, bem lá do topo, estava fechado) e senti um dos maiores frios da minha vida. O vento lá em cima era congelante. Aguentei 2 minutos pra tirar umas fotos e já fui na fila pra descer com minha mão quase gangrenando. 

Só observando. Paris em um dia nublado!
Escureceu às 6 da tarde e já tentamos tirar mais algumas fotos da Torre pela noite. E o flash da câmera não ajudava, a Mari que o diga. No fim conseguimos algumas fotinhos e fomos correndo para o hostel tentar nos esquentar.

Esforçando um sorriso no frio de -2ºC.
Segunda-feira, nosso último dia em Paris, já tínhamos programado a visita ao Museu do Louvre. Acordamos cedo e fomos conhecer um dos museus mais famosos e mais visitados do mundo todo. Só em 2009 foram 8,5 milhões de visitantes.
Me senti muito no "Código da Vinci" olhando para aquelas pirâmides. Sério.
Dentro do museu pude comprovar o que as pessoas dizem: é impossível ver todo Louvre em um dia só.

Gente, aquilo é gigante. O acervo do Museu do Louvre possui mais de 380 mil itens e mantém em exibição permanente mais de 35 mil obras de arte, distribuídas em oito departamentos.
Mais sobre o Louvre, sua história e suas obras em: wikipedia



Mari, Fer, André e eu antes de entrar no Louvre.
Entrando no Museu pela pirâmide central.

"Mona Lisa", de Leonardo da Vinci.

De forma previsível, fomos direto ver a tal da Monalisa. A maioria dos turistas deve chegar lá cheio de expectativas e acaba se deparando com um quadro pequenininho. (sorte que eu já estava avisada!). E, é quase impossível tirar uma foto decente em frente, é um alvoroço de pessoas (japas e chineses na sua maioria) tirando fotos e mais fotos do quadro.
E na mesma sala, em frente a Mona, está um quadro gigante de uma parede inteira, As bodas de Canã, o que dá um contraste curioso.

Dando uma de turista intelectual com a Mona ao fundo.














"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível". Leonardo da Vinci





Além da Monalisa, no Louvre se encontram outras várias obras e esculturas famosas, como a Vênus de Milo, a Psiqué, o Código de Hamurabi e assim por diante. Nós conseguimos ver a maioria delas graças ao mapa do museu e mesmo assim faltaram algumas das principais.
"Vênus de Milo" que representa Afrodite.
Apartamentos de Napoleão III.
"Eros e Psiqué"
 Beijinho na Torre :)
No final do dia ainda fomos nos despedir da Torre Eiffel. E quem me conhece sabe que eu neeem gosto de tirar fotos, então aproveitei pra fazer várias tentativas de fotos diferentes. :P
No fim fiquei sem bateria na minha digital e tive que contar com a boa vontade do resto do pessoal. (obrigada pela paciência, gente!) 

Perto da torre, pra mostrar o quanto ela é grande.

Tentativa de empurrar a Torre, pesadinha ela hein.
Depois de 4 dias, mais de 500 fotos e muito frio chegou ao fim mais uma Eurotrip. Como disse a Fer, não importa o destino, os lugares e os pontos turísticos se não fossem as pessoas que estão com a gente durante esses momentos. E eu posso dizer que tive (e tenho) a sorte de ter pessoas muito especiais do meu lado durante esses meses na Europa.

Com certeza faltaram muitos lugares para visitar, Paris é uma daquelas cidades que se pode passar semanas e ainda assim se encantar com coisas novas. Apesar de que o que falam do povo parece ser verdade. Eles não gostam dos turistas e são mal-educados. Nem no McDonald's falavam em inglês com a gente. E os metrôs eram sujos e fedidos (os piores que encontrei até então.)

Mas de qualquer forma, Paris é uma daquelas cidades que toda pessoa deveria ter a chance de conhecer. Uma coisa pra mim é certa: a próxima vez eu quero voltar no verão.. Ah, quero!

No próximo capítulo da aventura desbravando o Velho Continente:
Barcelona, bueníssima!

Au Revoir!